.rafael .corrêa

.um pouco .de vez em quando .sobre qualquer coisa .sem compromisso .boa leitura .volte em 70 horas .rs

Hoje, 27 de setembro de 2011, a Apple confirmou a data de lançamento do, ou dos novos modelos de iPhone. Está confirmada uma apresentação para a imprensa no dia 04 de outubro de 2011 às 10 horas em sua sede, em Cupertino, 14 horas no horário de Brasília.

Também deverá ser apresentada a atualização do sistema operacional, o iOS, que virá na sua versão de número 5.

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Há informações de que serão dois modelos. O iPhone 5 propriamente dito, em versões de 32 e 64 GB (rumor) e o iPhone 4S em versão de 8 GB.

Porém, como no ícone do telefone mostrado no anúncio, pode ser que somente um aparelho seja lançado. A Apple gosta deste tipo de “brincadeiras” em seus anúncios.

Especulações dizem que o iPhone 5 virá com tela de 4″ (atual tem 3,5″), câmera de 8 MegaPixels (iPhone 4 tem 5 MegaPixels e iPhone 3GS tem 3 MegaPixels), processador deverá ser atualizado para o que é utilizado no iPad 2 e há também a dúvida do material da traseira do aparelho, se continuará a ser de vidro ou será de alumínio.

São esperados outros avanços, mas em se tratando da Apple, pode ser que alguma outra novidade bem bacana, ainda não citada pelos sites especializados, esteja por vir.

Para ler mais sobre este assunto visite:

Terra notícias

MacMagazine – Finalmente: Apple convida imprensa para lançamento do novo iPhone, no dia 04 de outubro.

Somente a título de descontração, segue abaixo texto que recebi por e-mail, e gostei, sendo de autor desconhecido…

Médico: Voce trabalha a muito tempo na policia?
Policial: Dez anos
Médico: Já salvou muitas vidas?
Policial: 50% das pessoas que atendi. E o senhor?
Médico: Sou médico há cinco anos e salvei 90% das pessoas que atendi.
Policial: Sua ferramenta de trabalho é eficiente Dr.?
Médico: Razoável… bisturí, estetoscópio, remédio, diagnosticadores etc…
Policial: Então ambos temos a missão de salvar vidas não é?
Médico: Sim, mas eu salvo 90% das pessoas que atendo e você, somente 50%.
Policial: Então Dr… Tente salvar vidas utilizando uma ferramenta fabricada exclusivamente para matar, como eu uso…

Médico: Se alguém perde a vida em minhas mãos, arrisco perder a credibilidade.
Policial: Se alguém perde a vida em minhas mãos, também arrisco perder a credibilidade. Em seguida, ir pra cadeia, perder o emprego e gastar o que não tenho com advogados.
Médico: Então porque você ainda insiste em ser policial com estas condições profissionais e esse salário de fome?
Policial: Porque acredito que ainda posso fazer a diferença em ajudar os que necessitam. Afinal, sou integrante da única instituição que atende ao cliente gratuitamente através de um simples aceno de mão, sem perguntar sequer o seu nome.

É incrível a falta de profissionalismo e a incompetência em diversos, para não dizer a maioria, dos estabelecimentos comerciais em Vitória, capital do ES.

A primeira constatação, e mais óbvia, está nos restaurantes e bares. Parece que o garçom está te fazendo um favor ao te atender. Se ele te atender rápido, jamais espere um “bom” atendimento, pois isso é realmente muito difícil de encontrar. Caso encontre, o elogie e pode até dar uma gorjeta a mais para ele. Vale a pena.

Nos últimos dias constatei tal problema no atendimento em duas outras oportunidades.

Numa loja de colchões que só vende “Ferrari”, a vendedora sequer sabe dizer o nome do modelo do produto, escreve a marca de forma errada no orçamento e é chata, muito chata. Consegue dizer que todos os colchões vendidos na loja dela são as “Ferraris dos colchões” e que qualquer outra marca não disponível na loja dela é de “terceira linha”. Detalhe, quem estava atendendo era outra vendedora e ela interferia na conversa a todo tempo com comentários completamente desnecessários. Jamais compraria em tal local, a não ser que a qualidade do produto seja equivalente a uma “Ferrari” e o preço, digamos, de um Chery QQ.

Ah, desculpa, a loja acima se chama Dormire, localizada em Jardim da Penha, Vitória. Em outra loja de colchões a vendedora demonstrava enorme medo e era completamente passiva no atendimento e, mesmo tendo produtos de qualidade e bons preços, não conseguiu “segurar” o cliente na loja. O nome da loja? rs… Colchões & Cia, também em Jardim da Penha. Para sair da rotina estabelecida pelas lojas anteriores, fui muito bem atendido no Shopping dos Colchões, em frente à UFES, mas os preços e a pouca variedade não agradaram.

A segunda constatação foi ao solicitar visita para orçamento de construção de parede e rebaixamento de teto em gesso. Consegui, pesquisando na Internet, o telefone de seis empresas que fazem o serviço aqui na região da Grande Vitória. Somente uma conseguiu “marcar” a visita na primeira ligação. E para o dia seguinte, ótimo. Uma segunda empresa fez contato algumas horas depois e marcou a visita para dois dias a frente. E as outras quatro? Ligaram para você? Para mim também não…

Para fazer justiça, a empresa que marcou na hora e demonstrou ser a mais organizada foi a Gesso Oficial. A que marcou em seguida, felizmente dando atenção a este cliente, foi a Gesso Vitória. Me parece serem as únicas duas empresas decentes em relação a gesso na Grande Vitória.

Assim, para manter clientes no ES, você precisa ter bom atendimento, pois para os clientes acaba compensando eventual maior preço ou menor qualidade de produto.

Aqui o povo acaba acostumando com isso, lamentável, pois bom atendimento deveria ser obrigação e não um “plus”…

#ficadica

A Netflix, gigante americana que tem como objeto o “aluguel” de filmes, programas e séries de TV, chegou ao Brasil oficialmente na manhã desta segunda-feira, dia 05 de setembro de 2011. Na próxima semana o serviço será também disponibilizado no restante dos países da América Latina.

O serviço oferecido pela Netflix é o de disponibilizar o acesso ilimitado a filmes, programas e seriados de TV pelo valor fixo de R$ 14,99. Você assiste a quantos filmes quiser, quantas vezes quiser e quando você bem entender e paga somente o valor informado mensalmente.

Sim, funciona como se fosse uma locadora, só que na Internet. Mas ao invés de você ir buscar ou receber o filme por um motoboy, você assiste ao filme pela própria “grande rede”. Isso mesmo, você clica sobre a “capa” de um filme e o sistema imediatamente abre uma janela com dados mais detalhados sobre a obra e ao clicar na “setinha” de play, o arquivo começa a ser baixado e logo em seguida o filme é iniciado em seu computador ou notebook, que pode, ou não, estar ligado a uma TV. Há também a opção de assistir na televisão por meio do PlayStation 2 (PS2), PlayStation 3 (PS3) e Wii. Em breve outros equipamentos poderão acessar o conteúdo. Ainda não está disponível no Brasil o acesso por meio das iCoisas (iPad, iPhone, iPod, Apple TV, etc).

Netflix

Na manhã de lançamento mesmo fiz o cadastro, com o primeiro mês gratuito. É necessário informar um cartão de crédito para efetivar o cadastro, além de nome de usuário (e-mail) e uma senha. Não são pedidos dados adicionais.

No primeiro teste, que realizei pelo notebook, percebi uma certa lentidão, mas depois descobri que era um problema na rede da GVT que aqui uso o plano de 15 Mega. Cerca de uma hora depois testei o acesso pelo PS3 e assisti, sem nenhum tipo de interrupção, travadas ou “lags” a um programa, bastante interessante da TV inglesa, chamado Top Gear, sobre veículos.

Como tenho uma TV full HD, a imagem que foi transmitida foi em High Definition (HD). Isso se deve ao fato de o PS3 aceitar tal tecnologia e estar instalado com um cabo HDMI.

Depois de assistir ao programa inteiro, passei a testar o streaming de filmes, sendo que inicialmente testei o Minority Report, com Tom Cruise. Além de o filme ser muito bom, a qualidade de áudio e vídeo me impressionaram.

A facilidade de uso é grande e qualquer usuário, mesmo não sendo um especialista, consegue acessar tranquilamente, seja pelo computador, seja pelo PS3.

Não sei não, mas acredito que este seja mais um duro golpe nas locadoras de filmes. Um outro golpe, que já “quebrou” diversos estabelecimentos deste tipo, foi a chegada da pirataria de filmes, normalmente vendidos nas ruas por R$ 5,00 a unidade ou então 3 por R$ 10,00 em mídias de DVD de qualidade duvidosa e com conteúdo de origem criminosa.

Fica aí a dica então para quem quiser experimentar o serviço, ele é gratuito pelos primeiros 30 dias e o cancelamento pode ser feito on-line mesmo, sem burocracia ou necessidade de atendimento pela Central de Atendimento em um serviço 0800. Por falar nisso, fiz contato com o atendimento 24h da Central de Atendimento e após um minuto de espera fui atendido. A ligação foi para questionar o motivo de não ser possível a utilização da app para iPad. A resposta foi convincente e rápida, não sendo necessário passar para mais alguns atendentes.

Para conhecer o serviço, clique aqui para ser direcionado ao site da Netflix e escolha a opção de idioma português na barra superior.

Prezado senhor Elimar Côrtes.

Não o conheço, seu primeiro texto que li, e último, foi o publicado no dia 26 de agosto de 2011 em seu blog.

Me infelicita verificar que pessoas parciais da “imprensa” (marron?) venham a trazer informações inverídicas sobre a realidade da Polícia Civil. Algo de real foi publicado, não posso negar, mas abusar da ingenuidade e falta de conhecimento da população já me parece demais…

Que tal ser imparcial??

A Assembleia (sem acento) Legislativa do Espírito Santo aprovou nesta semana a criação de funções gratificadas na Polícia Civil do Espírito Santo. Trata-se do Projeto de Lei Complementar 016/2011. O Projeto foi encaminhado para sanção do Governador.

Tal projeto era esperado há algum tempo na categoria policial capixaba. Porém, uma coisa me causa estranheza. O Projeto de Lei citado cria somente 44 funções gratificadas de Delegado Titular e que tais funções serão distribuídas por meio de Decreto do Chefe do Executivo, o Governador do Estado.

Sabe-se que são 78 municípios pelo estado e que, teoricamente, cada município deve ter, ao menos, uma Delegacia de Polícia. São várias as Delegacias Especializadas, mas não chega a tal número. São diversas também a quantidade de Delegacias Distritais, também conhecidas como Delegacias de Bairro. Não consegui identificar nenhum critério objetivo e justo para a distribuição de tais funções, que serão agraciadas com o valor de R$ 800,00 a mais no subsídio mensal.

Não acredito que um Delegado Titular de uma Delegacia Especializada seja mais importante que o Delegado de uma Delegacia de um município do interior do estado, a ponto de ter uma função gratificada aumentando seus”recebimentos” mensais em detrimento de outro que não teria tal direito.

Interessante também a criação de função gratificada para o Delegado Chefe da Assessoria de Informações, função que eu ocupava até fevereiro deste ano, também no valor de R$ 800,00.

O PLC traz também a criação de outras funções comissionadas no âmbito da PCES.

Para ver a íntegra do Projeto de Lei, acesse aqui, no site do Sindipol – Sindicato dos Servidores da Polícia Civil no Estado do Espírito Santo.

Esclarecendo inicialmente, iCoisas podem ser considerados todos os produtos da Apple que foram batizados como iPod, iPhone, iPad.

Algumas pessoas devem estar se perguntando como foi que eu postei a fotografia da tela do iPad no post anterior. E digo, tal ato é extremamente simples. Basta que em qualquer momento, em qualquer que seja o app aberto ou na tela de repouso mesmo, sejam pressionados os únicos dois botões que sua iCoisa tem (à exceção do volume) ao mesmo tempo.

Sim, são os botões Home (frontal) e o botão que não sei o nome (superior de ligar/desligar e travar/destravar).

A foto vai diretamente para o seu álbum de fotografias.

De nada!

A partir de hoje passo também a utilizar o aplicativo do WordPress para iPad na atualização deste site. Já havia constatado a sua existência, porém, vou admitir, não achava que tal app pudesse ser interessante, mas começando a testá-lo, percebo que pode ser de grande utilidade.

Por ele também é possível inserirmos fotografias de forma bem simples, como passo a fazer agora com uma imagem desta tela de edição.

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Bom, estou atualizando este post pelo simples fato de que o aplicativo não permite rotacionar a imagem e pela imagem ter ficado em tamanho um pouco maior que o esperado…

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Atualizando novamente, acho que a imagem ficaria melhor se colocada no centro… Vou verificar se consigo…

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Vou admitir, para tal centralização da imagem tive de utilizar meus básicos conhecimentos em html…

Bom, não vou negar, este app para iPad parece ser útil, mas, por óbvio, não substitui o aplicativo diretamente pelo wp-admin do site do WordPress.

Passo aqui somente para informar que hoje comemoro 12.000 (doze mil) dias de vida. Não precisa me dar os parabéns, hoje não é meu aniversário. Simplesmente achei interessante o número. Obrigado, abraços!

 

Com a entrada em vigor das alterações legais no que tange à concessão de fiança, indico a leitura do post “Do poder / dever da Autoridade Policial de conceder a fiança”, de autoria do Dr. Ivens Carvalho Monteiro, Delegado da Polícia Civil do Estado do Pará, que fora publicado, dentre outros, no site do Sindelpo – Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Espírito Santo.

Venho parabenizar publicamente a iniciativa do Dr. Rodolfo Queiróz Laterza pelo lançamento do livro Manual do Delegado – Teoria e prática.

Ainda não tive o privilégio de adquirí-lo, mas o farei em breve. E tal aquisição não será somente para poder “ajudar” o nobre colega, realmente um servidor policial extremamente comprometido para com os princípios da legalidade e completamente voltado para o correto exercício da função estatal que exerce.

Tal aquisição será feita pelo fato de o autor ser um estudioso do assunto que trata, sempre discutindo a melhor forma de realização dos “procedimentos” policiais que pela natureza de suas funções preside.

Certamente muito do seu conhecimento, também adquirido em outra instituição policial bastante respeitada, está sendo compartilhado em tal obra, que, por óbvio, muito tem a somar para as tomadas de decisão das Autoridades Policiais (os Delegados de Polícia) e também para um melhor e correto exercício das funções policiais por parte dos demais policiais e também por parte de Juízes de Direito, Promotores de Justiça, Advogados e outros “atores” relacionados à função estatal de combate e repressão ao crime.

Fica aqui então a minha dica de leitura e, novamente, a parabenização do nobre colega, e amigo, Dr. Rodolfo Queiróz Laterza, pela iniciativa.

Se interessou? O livro pode ser encontrado, inicialmente, aqui (Grupo Gen), aqui (Só Jurídicos) e também aqui (Terra do Saber).

Como é de conhecimento geral, o uso de algemas somente foi “regulamentado” no Brasil em virtude da prisão de um “cidadão” extremamente rico, porém, cuja riqueza, ao que tudo indica (serão fofocas?), não foi adquirida da forma mais, digamos, lícita. Trata-se de situação na qual, inclusive, o trabalho árduo de uma grande equipe de servidores públicos policiais federais foi depreciado e, ao final, anulado. Delegado de Polícia Federal também foi penalizado em virtude de ter cumprido o seu mister de prender vagabundo cidadão que cometeu supostamente teria cometido diversos crimes.

Para demonstrar a insatisfação das instituições e de seus componentes, trago abaixo um “manifesto”, na forma de Nota de Esclarecimento, redigido pela Associação dos Delegados de Polícia Federal nesta data, 12 de agosto de 2011, e pode ser, também, visualizado diretamente em sua fonte, o site da APDF.

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“A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar.

A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.

Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo- são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.

A providência logo adotada visa desviar o foco das investigações e investir contra o trabalho policial. Em tempos recentes, esse método deu tão certo que todo um trabalho investigatório foi anulado. Agora, a tática volta ao cenário.

Há de chegar o dia em que a história será contada em seus precisos tempos.

De repente, o uso de algemas em criminosos passa a ser um delito muito maior que o desvio de milhões de reais dos cofres públicos.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal colocará todo o seu empenho para esclarecer o povo brasileiro o que realmente se pretende com tais acusações ao trabalho policial e o que está por trás de toda essa tentativa de desqualificação da atuação da Polícia Federal.

A decisão sobre se um preso deve ser conduzido algemado ou não é tomada pelo policial que o prende e não por quem desfruta do conforto e das mordomias dos gabinetes climatizados de Brasília.

É uma pena que aqueles que se dizem “estarrecidos” com a “violência pelo uso de algemas” não tenham o mesmo sentimento diante dos escândalos que acontecem diariamente no país, que fazem evaporar bilhões de reais dos cofres da nação, deixando milhares de pessoas na miséria, inclusive condenando-as a morte.

No Ministério dos Transportes, toda a cúpula foi afastada. Logo em seguida, estourou o escândalo na Conab e no próprio Ministério da Agricultura. Em decorrência das investigações no Ministério do Turismo, a Justiça Federal determinou a prisão de 38 pessoas de uma só tacada.

Mas a preocupação oficial é com o uso de algemas. Em todos os países do mundo, a doutrina policial ensina que todo preso deve ser conduzido algemado, porque a algema é um instrumento de proteção ao preso e ao policial que o prende.

Quanto às provas da culpabilidade dos envolvidos, cabe esclarecer que serão apresentadas no momento oportuno  ao Juiz encarregado do feito, e somente a ele e a mais ninguém. Não cabe à Polícia exibir provas pela imprensa.

A ADPF aproveita para reproduzir o que disse o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos: “a Polícia Federal é republicana e não pertence ao governo nem a partidos políticos”.

Brasília, 12 de agosto de 2011

Bolivar Steinmetz
Vice-presidente, no exercício da presidência”

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Com a publicação da presente Nota de Esclarecimento, deixo aqui exposto meu apoio a toda e qualquer ação que venha a dignificar e esclarecer à população os pormenores do trabalho policial pautado na legalidade e razoabilidade.