A matéria publicada ontem, dia 09 de agosto de 2010, no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo foi bem esclarecedora sobre o que fazer se você constatar que a placa de seu veículo fora “clonada”.

Para ter acesso ao Diário Oficial do ES clique aqui, faça o cadastro e tenha acesso ilimitado e gratuito.

Abaixo republico parte da matéria, o quadro COMO FAZER, nos casos de placa clonada.

—–

Primeiramente o proprietário do veículo supostamente clonado deve ir até a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos fazer a verificação veicular que comprove que o carro é o original.

Após conseguir o  laudo pericial, comprovando a originalidade do veículo, o proprietário deve procurar a Delegacia de Defraudações e Falsificações para realizar um boletim de ocorrência.

Com esses documentos, o dono do veículo deve  ir a uma Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) ou Posto de Atendimento Veicular  (PAV) mais perto de sua casa para fazer a notificação de que o carro teria um clone. É preciso  levar  também cópia da carteira de habilitação, da identidade, do CPF, do comprovante de residência e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo  (CRLV).

É  importante apresentar  também quatro  fotos do veículo  (frente,  traseira e laterais direita e esquerda). As  fotos podem ser utilizadas na comparação com  imagens  feitas durante uma  infração.

Com o requerimento  feito, o Detran/ES envia um comunicado de suspeita de clonagem para os órgãos de  fiscalização de  trânsito do Estado, como DER-ES, PRF, Polícia Militar e Delegacia de Defraudações. Com as informações, é possível apreender o veículo suspeito, além de ser mais uma  ferramenta para ajudar na hora de recorrer de uma multa supostamente cometida pelo veículo  irregular.

Ao receber uma multa indevida, o proprietário do veículo deve recorrer nos prazos estabelecidos no órgão autuador. A suspeita de clonagem registrada no Detran/ES deve ser anexada para auxiliar no cancelamento da infração.

—–

Em jargão policial, o carro que passou a utilizar a placa clonada de outro sé chamado de dublê.

Felizmente temos visto uma quantidade boa de matérias jornalísticas interessantes no Diário Oficial do Espírito Santo. Vale a pena a leitura.

* Crédito da foto: Rafael R. Corrêa (o autor)